Moradia e alimentação
Acolhimento provisório 24 horas, com dormitórios, refeições diárias, lavanderia, vestuário e um lugar seguro para dormir.
A Casa Florescer é o primeiro centro de acolhida pública do Brasil dedicado a mulheres trans e travestis. Aqui há porta aberta 24 horas, comida quente, escuta e um caminho concreto para a autonomia.
“Toda pessoa tem uma história, e toda história merece respeito. Quem está em situação de rua tem nome, não número. Aqui, a gente acolhe pessoas e as histórias que elas carregam.”
Foi preciso coragem para afirmar, em 2016, que mulheres trans e travestis mereciam uma casa dentro da política pública brasileira. Beto Silva afirmou e construiu: a primeira do país.
Seu pioneirismo virou método, e o método virou estrutura. É esse o legado que a equipe honra a cada porta que se abre aqui, 24 horas por dia.
Conheça o legado de Beto SilvaResultados acumulados desde março de 2016 nas unidades I e II da Casa Florescer, apurados junto à Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS).
Cerca de 17%, uma a cada seis pessoas atendidas.
9% do total atendido.
Funcionamento 24 horas por dia.
Fonte: Casa Florescer / SMADS, Prefeitura de São Paulo. Dados acumulados desde março de 2016. Ver a matéria completa sobre saída qualificada →
No Bom Retiro, região central de São Paulo, a Casa Florescer acolhe mulheres trans e travestis que enfrentaram abandono familiar, expulsão da escola, violência e falta de oportunidades. São 30 vagas de acolhimento, funcionando 24 horas por dia.
Somos um serviço público-parceiro: a gestão é da OSC CROPH (Coordenação Regional das Obras de Promoção Humana), em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) e a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania.
Aqui não se trata de caridade. Trata-se de direito, de política pública e de gente que volta a se reconhecer no espelho.
Conheça nossa históriaCada acolhida tem um Plano Individual de Atendimento (PIA), construído junto com a equipe. É ele que orienta o caminho da chegada até a saída qualificada.
Acolhimento provisório 24 horas, com dormitórios, refeições diárias, lavanderia, vestuário e um lugar seguro para dormir.
Escuta qualificada, atendimento individual com psicóloga e assistentes sociais, e reconstrução de vínculos rompidos pela transfobia.
Resgate de documentos civis perdidos e apoio em todo o processo de retificação de nome e gênero: o direito de ser chamada pelo próprio nome.
Oficinas de capacitação, autonomia financeira e articulação com empresas parceiras para inserção no mercado formal.
Retorno à escola, apoio à conclusão do ensino formal e encaminhamento para cursos técnicos e profissionalizantes.
Encaminhamento articulado para saúde, habitação, cultura, esporte e lazer, porque cidadania não cabe em um serviço só.
Dormitórios, cozinha, refeitório, sala de convivência, lavanderia, horta e quadra poliesportiva. Estrutura digna, luz e cor, porque o ambiente também acolhe.
Assistentes sociais, psicóloga, orientadores socioeducativos, agentes operacionais e equipe de cozinha. Gente que trabalha no detalhe do cuidado.
Psicóloga
Conduz o acompanhamento pelo Plano Individual de Atendimento. Defende um trabalho humanizado que começa no simples “bom dia”: escutar a dor e a necessidade de cada uma, sem tratar ninguém como igual a ninguém.
Orientador social educativo
Traz experiência de atenção primária em saúde e redução de danos nas ruas. Enxerga além do contexto de abandono: vê pessoas que podem e vão ocupar cargos importantes e gerar impacto social.
Idealizador e fundador da Casa Florescer
Assistente social e ativista, teve a coragem de erguer em 2016 o primeiro centro de acolhida pública do Brasil para mulheres trans e travestis. Seu pioneirismo permanece como legado: a casa que ele imaginou segue de pé, acolhendo todos os dias.
Conheça o legado
“Florescer, para mim, é como nascer de novo. É mais do que uma segunda chance. Depois de tudo, quando você acredita que não há mais opção, que não tem para onde ir, você vai florescendo e se descobre uma nova pessoa a cada dia. Foi isso que aconteceu comigo aqui: eu refloresci.”Leia a matéria completa
A Unidade I, no Bom Retiro, é a casa pioneira e o foco deste site. A Unidade II, em Santana, integra a mesma rede de acolhimento especializado da Prefeitura.
Inaugurada em 7 de março de 2016, é o primeiro centro de acolhida pública do Brasil voltado exclusivamente a mulheres trans e travestis. 30 vagas, funcionamento 24 horas.
Segunda unidade do serviço, na Zona Norte de São Paulo. Integra a mesma rede de acolhimento especializado da Prefeitura, junto com a Casa de Acolhida Casarão Brasil, na Zona Sul.
Praticar empatia dá visibilidade a quem foi tornado invisível. É disso que a Casa Florescer é feita, e é aí que sua contribuição entra.